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domingo, 17 de agosto de 2014

INOCÊNCIA

  Inocência é uma caipira sertaneja, que vivia com o pai, o senhor Pereira, numa cabana simples de madeira e material da época. Como caipira, ela fala muito a linguagem do local. Foi prometido em casamento á um sertanejo de nome Manecão.       
             Tudo indo bem, até chegar naquele lugar um simples farmacêutico chamado Cirino. Junto com ele, na mesma noite, chega á aquela residência um entomologista alemão chamado Meyer, em busca de novas espécies de insetos.                                                            
             Quando Inocência é apresentada aos dois, Meyer se mostra o mais interessado nela, o que faz Pereira desconfiar dele, deixando o caminho livre para Cirino. Isso deu se por Meyer achar uma nova espécie de borboleta e decidiu batizá-la de Inocência.                             
             Cirino e Inocência ficaram se encontrando as escondidas às noites, sendo assombrados por misteriosos assovios e pedras lançadas ao ar.                                        
              Num desses encontros Inocência se lembra de seu padrinho, pois ele tinha poder para romper seu noivado, e Cirino parte atrás dele na vila.     
              Mas Manecão chega á casa de Pereira e aos poucos a verdade aparece, e Manecão acaba por enfrentar e matar Cirino, que pede ao padrinho da amada para não deixar aquele casamento acontecer. E  Inocência? Ao saber da morte do amado morreu de tristeza.                                      
             No final Meyer retornou a Alemanha e apresentando sua espécie cientificamente chamada de: Papilio innocentia.
 
                Bruna Sokoloski Przybysz.

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Advérbio

  • Advérbio
       Os advérbios são usados para modificar outra palavra, seja ele um verbo, outro advérbio ou em casos raros um substantivo. Eles indicam as circunstâncias nas quais a ação irá ocorrer. Temos advérbios como os advérbios de tempo, modo, lugar, afirmação, negação e dúvida. Veja abaixo dois exemplos do uso de advérbios.
       
  • A menina nunca vai à escola.= Neste caso o advérbio é a palavra “nunca” que é um advérbio de tempo. Determina o período em que a ação de ir à escola acontece, neste caso nunca.
  • Está bastante quente aqui =  Aqui temos o “bastante” como advérbio de intensidade. Indica a intensidade com que o calor se apresenta. 
  • Nicolle Stasiak Bahniuk

Inocência

Personagens - Livro Inocência - Visconde de Taunay - Romantismo.

  •  - Inocência: moça simples, moradora de zona sertaneja. É disputada por Cirino e Manecão, além de despertar o interesse do cientista Meyer.

  • - Cirino: jovem farmacêutico que, em viagem pelo sertão, conhece Inocência e se apaixona por ela. É assassinado por Manecão, a quem a moça foi prometida.

  • - Pereira: pai de Inocência, zeloso do compromisso de honra assumido com Manecão, a quem prometera entregar a filha em casamento.

  • - Meyer: cientista alemão, pesquisador de borboletas. Também se interessa por Inocência.

  • - Manecão: noivo de Inocência. Na disputa pelo amor da moça, assassina Cirino.

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Adjetivo!

Adjetivo
  • Os adjetivos são usados para dar qualidade à coisas ou pessoas, ou seja, temos por “adjetivo” toda palavra que estiver ligada a um substantivo com finalidade de dar-lhe algum tipo de atributo.
  •  Veja o exemplo:
  • A garota é bonita. O adjetivo aqui é “bonita” que está dando qualidade ao sujeito “garota”.
  • Nicolle Stasiak Bahniuk

A liberdade se conquista com o exercício da criatividade."

Conta a lenda que na antiga Pérsia o Rei Shariar descobre que foi traído pela esposa, que tinha um servo por amante, o Rei despeitado e enfurecido matou os dois. Depois, toma uma terrível decisão: todas as noites, casar-se-ía com uma nova mulher e, na manhã seguinte, ordenaria a sua execução, para nunca mais ser traído. Assim procede ao longo de três anos, causando medo e lamentações em todo o Reino.
Um dia, a filha mais velha do primeiro-ministro, a bela e astuta Sherazade, diz ao pai que tem um plano para acabar com a barbaridade do Rei. Todavia, para aplicá-lo, necessita casar-se com ele. Horrorizado, o pai tenta convencer a filha a desistir da ideia, mas Sherazade estava decidida a acabar de vez com a maldição que aterrorizava a cidade.
E assim acontece, Sherazade casa-se com o Rei.
Terminada a breve cerimônia nupcial, o rei conduziu a esposa a seus aposentos, mas, antes de trancar a porta, ouviu uma ruidosa choradeira. “Oh, Majestade, deve ser minha irmãzinha, Duniazade”, explicou a noiva. “Ela está chorando porque quer que eu lhe conte uma história, como faço todas as noites. Já que amanhã estarei morta, peço-lhe, por favor, que a deixe entrar para que eu a entretenha pela última vez!”
Sem esperar resposta, a jovem abriu a porta, levou a irmã para dentro, instalou-a no tapete e começou: “Era uma vez um mágico muito malvado...”. Furioso, Shariar se esforçou ao máximo para impedir a narrativa; resmungou, bufou, tossiu, porém as duas irmãs o ignoraram. Vendo que de nada adiantava sua estratégia, ele ficou quieto e se pôs a ouvir o relato de Sherazade, meio distraído no início, profundamente interessado após alguns instantes. A pequena Duniazade adormeceu, embalada pela voz suave da rainha. O soberano permaneceu atento, visualizando mentalmente as cenas de aventura e romance descritas pela esposa. De repente, no momento mais empolgante, Sherazade silenciou. “Continue!”, Shariar ordenou. “Mas o dia está amanhecendo, Majestade! Já ouço o carrasco afiar a espada!” “Ele que espere”, declarou o rei. Shariar se deitou e logo dormiu profundamente. Despertou ao anoitecer e ordenou à esposa que concluísse o relato, mas não se deu por satisfeito. “Conte-me outra!”
Sherazade com sua voz melodiosa começou a contar histórias de aventuras de reis, de viagens fantásticas de heróis e de mistérios. Contava uma história após a outra, deixando o Sultão maravilhado.
Sem que Sheramin percebesse, as horas passaram e o sol nasceu. Sherazade interrompeu uma história na melhor parte e disse:
- Já é de manhã, meu senhor!
O rei interessado na história, deixou Sherazade no palácio para mais uma noite.
E assim Sherazade fez o mesmo naquela noite, contou-lhe mais histórias e deixou a última por terminar. Sempre alegre, ora contava um drama, ora contava uma aventura, às vezes um enigma, em outras uma história real.
Dessa forma se passaram dias, semanas, meses, anos. E coisas estranhas aconteceram. Sherazade engordou e de repente recuperou seu corpo esguio. Por duas vezes ela desapareceu durante várias noites e retornou sem dar explicação, e o rei tampouco lhe perguntou nada.
Certa manhã ela terminou uma história ao surgir do sol e falou: “Agora não tenho mais nada para lhe contar. Você percebeu que estamos casados há exatamente mil e uma noites?” Um ruído lhe chamou a atenção e, após uma breve pausa, ela prosseguiu; “Estão batendo na porta! Deve ser o carrasco. Finalmente você pode me mandar para a morte!”.
Quem entrou nos aposentos reais foi, porém, Duniazade, que ao longo daqueles anos se transformara numa linda jovem. Trazia dois gêmeos nos braços, e um bebê a acompanhava, engatinhando. “Meu amado esposo, antes de ordenar minha execução, você precisa conhecer meus filhos”, disse Sherazade. “Aliás, nossos filhos. Pois desde que nos casamos eu lhe dei três varões, mas você estava tão encantado com as minhas histórias que nem percebeu nada...” Só então Shariar constatou que sua amargura desaparecera. Olhando para as crianças, sentiu o amor lhe inundar o coração como um raio de luz. Contemplando a esposa, descobriu que jamais poderia matá-la, pois não conseguiria viver sem ela.
Assim, escreveu a seu irmão e lhe propondo que se casasse com Duniazade. O casamento se realizou numa dupla cerimônia, pois Shariar esposou Sherazade pela segunda vez, e os dois reis reinaram felizes até o fim de seus dias.
Podemos concluir por essa história contada por Sherazade que, "A liberdade se conquista com o exercício da criatividade."
Observação: Entre as histórias contadas por Sherazade ao Rei estavam "Aladim e a Lâmpada Maravilhosa", "Simbad, o Marujo" ,"Ali Babá e os Quarenta Ladrões" e muitas outras