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terça-feira, 27 de maio de 2014

Curiosidades - Aonde foi explorado o primeiro poço de petróleo no Brasil? - PETROBRAS

  A partir de 1907, além de particulares, as pesquisas também foram realizadas por órgãos públicos, principalmente pelo Serviço Geológico e Mineralógico do Brasil (SMGB), pelo Departamento Nacional da Produção Mineral (DNPM) e pelo governo do estado de São Paulo.                                             
                                                                                                                                  A primeira sondagem oficial, ou seja, realizada por um órgão público, na data de 1919. Perfurado na região de Marechal Mallet, no estado do Paraná, o poço chegou aos 84 metros de profundidade, mas foi abandonado no ano seguinte. Outras perfurações revelaram indícios de óleo e gás, o que motivou a programação de novas atividades na bacia sedimentar do Paraná.  De 1919 a 1930, o SGMB perfurou 51 poços, nos estados do Paraná, São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Bahia, Alagoas e Pará.
Fonte: Agência Petrobras.
Nicolle Stasiak Bahniuk.

domingo, 25 de maio de 2014

Apólogo - Velho e Novo - Álex Ivan Soares


Velho e novo  

  Certa vez estava na estrada em seu ritmo constante, um carro antigo, gasto, que já havia passado por muitos lugares desde o seu lançamento, ele gostava de viajar, mas, por sua idade também se cuidava bastante. Após alguns quilômetros, ouviu um ronco forte e intimidador atrás de si, não demorou muito a perceber que se tratava de um carro esportivo, novo que havia acabado de sair da fábrica. Ao passar pelo carro antigo disse:

   - Saia do caminho vovô, o poderoso está chegando!E deu uma buzinada para o carro velho que lhe cedeu passagem. Ele passou na frente do carro antigo e começou a se exibir e então logo após foi embora, pisando fundo e deixando o carro velho na poeira, este não ligou muito e continuou em seu ritmo de sempre. Após alguns quilômetros ele o encontrou novamente, mas desta vez não estava mais tão reluzente quanto antes, sua lataria estava amassada, seus vidros e faróis quebrados, ele estava horrível! O carro antigo continuou andando devagar e sempre, notou que o esportivo o tinha dado uma olhada de canto, mas se foi, e assim continuou a sua viagem.

   O esportivo? Conseguiu ser restaurado, mas não andava mais se achando o melhor de todos e cuidava para não se machucar novamente.


Álex Ivan Soares

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Trecho retirado do Livro - O Pequeno Príncipe.

Trecho retirado do Livro - O Pequeno Príncipe.

"As pessoas veem estrelas de maneira diferente. Para  aqueles que viajam, as estrelas são guias. Para outros, elas não passam de pequenas luzes. Para os sábios, elas são problemas. Para o empresário, eram ouro. Mas todas essa estrelas se calam. Tu, porém, terás estrelas como ninguém nunca as teve..."

Nicolle Stasiak Bahniuk.

terça-feira, 20 de maio de 2014

Opinião - Os Miseráveis - Victor Hugo - Gabriel Paulo Kovalik

Os Miseráveis

     A parte que eu mais gostei, foi quando o Jean Valjean roubou os talheres e as taças de prata do Bispo, aí a polícia chegou e o Bispo falou que Jean não havia roubado nada, que eram presentes do Bispo à Jean, e ainda o Bispo falou que ele tinha dado mais o castiçal à Jean.
     E também outra parte interessante que eu achei no livro foi a parte que Jean Valjean é preso por roubar um pão apenas, para sua família não morrer de fome.

Gabriel Paulo Kovalik

Opinião - Os Miseráveis- Victor Hugo - Nicolle Stasiak Bahniuk

        Os Miseráveis- Victor Hugo
                            Em minha opnião, a história é muito interessante. Fala sobre a Revolução Francesa e todas as consequências de Jean Valjean ter roubado um simples ´pão`.
                            Gostei também da boa ação do Bispo, que ajudou Jean Valjen presenteando-o com os talheres e as taças. Isso é um grande ensinamento.

Nicolle Stasiak Bahniuk

Salve o Nosso Português!


segunda-feira, 19 de maio de 2014

Apólogo - O Peão e o Celular - Nicole Thais Bueno

O peão e o celular 


Certo dia um peão e um celular estavam lado a lado.O celular querendo se achar melhor do que o peão falou:
    -O que faz aí esquecido pelo seu dono ?
O peão como quem não quer fazer intriga ficou calado.
Mas o celular provocou-lhe novamente 
    -Vamos lá!Me responda não acha que você deveria ficar escondido?Olha só você nao tem função nenhuma.
Nesse tempo o menino chegou,pegou o celular,olhou,não encontrou nada e desligou-o.O peão todo cheio de si falou:
    -Olha só você,tá aí,esquecido,desligado,enquanto eu vou conversar com os outros.
O celular desta vez foi o que ficou calado ,e aprendeu que todos temos valor,mas que ás vezes somos esquecidos para dar lugar às coisas novas.
Nicole Thais Bueno

quinta-feira, 15 de maio de 2014

segunda-feira, 12 de maio de 2014

Poesia - Paulo Leminski

No fundo, no fundo,
bem lá no fundo,
a gente gostaria
 de ver nossos problemas
resolvidos por decreto
a partir desta data,
aquela mágoa sem remédio
é considerada nula
 e sobre ela -- silêncio perpétuo
 extinto por lei todo o remorso,
maldito seja quem olhar pra trás,
 lá pra trás nã há nada,
e nada mais
 mas problemas não se resolvem,
problemas têm família grande,
e aos domingos saem todos passear
 o problema, sua senhora
e outros pequenos probleminhas.
Paulo Leminski

quinta-feira, 8 de maio de 2014

A Turma do 8º Ano A!

  O oitavo ano foi considerado, pelos professores e pelo diretor, a turma destaque do período da manhã no 1º Bimestre.
   Ficamos felizes e gratos pela premiação.
  Agradecemos a todos os professores pelo reconhecimento do nosso esforço.
  Queremos contribuir cada vez mais para a melhoria da turma e da escola.
  O importante é que estamos aprendendo bastante e isso se deve ao trabalho conjunto, nosso e dos professores!

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Apólogo - O Esmalte e a Acetona - Nicolle Stasiak Bahniuk

O Esmalte e a Acetona.
                               O esmalte e a acetona eram grandes amigos, mas, quando chegaram no salão de beleza, mudaram radicalmente suas personalidades. Eles brigavam, discutiam, nem se olhavam. De repente houve uma discussão:
                               --Hei mocinha! Eu sou muito mais importante do que você! A dona manicure faz belas unhas comigo, fica horas e horas comigo em suas mãos, deslizando de um lado a outro, e você não! -dizia o esmalte.
                               --Fica quieto esmalte, sem mim, as unhas ficam borradas, sujas, e mais uma coisa, como vamos fazer novas unhas? Não podemos fazer uma em cima da outra!!!
                               --E água serve para que senhorita?!?! -retrucava o esmalte.
                               --Aff, pelo jeito com você não tem acordo né! Tchau! -e a senhora acetona foi saindo de fininho sem dizer mais nem uma palavra.
                               --Não tem mesmo!!! -gritou o esmalte irritado.
                               Depois de um tempo o esmalte arrependido foi logo conversar com a acetona.
                               --Acetona, você viu o que acabamos de fazer? A Gente quase destruiu nossa amizade por uma besteira.
                               --Pois é, também estava pensando nisso....
                               --Perdoa-me, Acetona?
                               --Simmmmmmmmm!!! Eu já estava com saudades de você - falou a acetona meio emocionada.
                               Desde então eles voltaram a ser amigos de novo, e são amigos para sempre...
Afinal a amizade é o que importa.

Nicolle Stasiak Bahniuk

Você entende o Hino Nacional Brasileiro?



Você entende o Hino Nacional Brasileiro?

O Hino Nacional Brasileiro, símbolo de exaltação à pátria, é uma canção bastante complexa. Além de possuir palavras pouco usuais, sua letra é rica em metáforas. O texto segue o estilo parnasiano, o que justifica a presença de linguagem rebuscada e de inversões sintáticas, que dificultam a compreensão da mensagem. Assim, a priorização da beleza da forma na elaboração do hino fez com que a clareza ficasse comprometida.

Você, que já sabe cantar o hino nacional, conhece-o pela melodia e musicalidade ou pelo sentido que a mensagem representa? A maioria das pessoas, apesar de ter domínio da letra, desconhece seu significado. Veja a seguir o hino nacional. Observe as palavras em destaque e suas definições em parênteses. É provável que você se surpreenda com as informações que sempre proclamou, sem, de fato, estar ciente disso.


Parte I
Ouviram do Ipiranga as margens plácidas (calmas, tranquilas, serenas)
De um povo heroico o brado (grito, clamor) retumbante(que ressoa, ecoante)
E o sol da liberdade (independência), em raios fúlgidos(brilhantes, luminosos),
Brilhou no céu da Pátria nesse instante.
Parte II
Deitado eternamente em berço esplêndido (admirável, grandioso),
Ao som do mar e à luz do céu profundo,
Fulguras (cintilas, brilhas), ó Brasil, florão(ornato, enfeite) da América,
Iluminado ao sol do Novo Mundo!
Se o penhor (direito) dessa igualdade
Conseguimos conquistar com braço forte (com nossa firmeza),
Em teu seio (interior, âmago), ó liberdade,
Desafia o nosso peito (coração) a própria morte!
Do que a terra, mais garrida (vistosa),
Teus risonhos, lindos campos têm mais flores,
"Nossos bosques têm mais vida",
"Nossa vida" no teu seio "mais amores."
Ó Pátria amada,
Idolatrada (adorada, venerada, amada),
Salve! Salve!
Ó Pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!
Brasil, um sonho intenso, um raio vívido (brilhante, resplandecente)
De amor e de esperança à terra desce,
Se em teu formoso (belo) céu, risonho (repleto de promessas) e límpido (claro),
A imagem do Cruzeiro (constelação Cruzeiro do Sul) resplandece (brilha).
Brasil, de amor eterno seja símbolo
O lábaro (bandeira) que ostentas (exibes) estrelado,
E diga o verde-louro (amarelo) dessa flâmula (bandeira)
- Paz no futuro e glória no passado
.
Gigante pela própria natureza (desde que nasceste),
És belo, és forte, impávido (destemido) colosso (gigante)
E o teu futuro espelha (refletirá) essa grandeza.
Mas, se ergues da justiça a clava (arma) forte,
Verás que um filho teu não foge à luta,
Nem teme, quem te adora, a própria morte.
Terra adorada,
Entre outras mil,
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada!
Terra, adorada,
Entre outras mil,
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada!
Dos filhos deste solo és mãe gentil (generosa),
Pátria amada,
Brasil!
Dos filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada,
Brasil!
Letra: Joaquim Osório Duque Estrada / Música: Francisco Manuel da Silva